Introdução alimentar: rotina para as refeições do bebê

"5 minutos - 25 de Agosto de 2018 - por Equipe Danone Baby

O Ministério da Saúde recomenda que a amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade. A partir dessa idade, a alimentação do bebê fica mais variada. É a introdução alimentar. Nessa fase, além do leite materno, ele vai experimentar uma variedade de nutrientes que vão colaborar para um crescimento e desenvolvimento saudáveis.

Esse incremento no cardápio, no entanto, deve ser feito de forma organizada. Tanto a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) como o Ministério da Saúde orientam que os bebês sigam uma "rotina alimentar" que não seja rígida, mas que o estimule a comer em volume apropriado.

Horários para as refeições

De acordo com a SBP, estabelecer horários rígidos para a oferta de alimentos prejudica a capacidade da criança de distinguir a sensação de fome e de estar satisfeito após a refeição. Porém, é importante que o intervalo entre as refeições seja regular. A SBP recomenda o intervalo de duas a três horas.

Dar comida ao bebê durante os intervalos não é indicado, pois pode atrapalhar as refeições principais e criar hábitos alimentares negativos que irão se perpetuar no futuro. Como se sabe, nunca é cedo para criar hábitos saudáveis.

Uma das primeiras recomendações do Ministério da Saúde é que o bebê deve comer o quanto desejar, até que não sinta mais fome. Se em uma refeição a criança "limpou" o prato, por exemplo, a quantidade ofertada pode aumentar um pouco na próxima vez. Não deixá-la passar fome, assim como não forçá-lo a comer, são condutas importantes.

Com relação à frequência das refeições, o Ministério da Saúde se baseia nas recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela orienta os pais a oferecer duas a três refeições por dia para bebês de seis a oito meses. A partir dos nove meses até os dois anos, deve-se oferecer também lanchinhos nutritivos adicionais, aumentando assim o número de refeições para três ou quatro.

Além disso, como o próprio nome diz, a alimentação é complementar e, por isso, não exclui a amamentação. Portanto, quando o bebê começar a ingerir novos alimentos, a frequência das mamadas pode ser mantida, assim como recomendado pela SBP.

É natural que, com o passar do tempo, ele passe a ingerir menos leite materno por causa da nova oferta de comida. Mas esse processo tem de ser espontâneo. Até porque, é indicado que o leite materno permaneça no cardápio do bebê até os dois anos de idade ou mais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Sociedade Brasileira de Pediatria (Jornal de Pediatria - “Recomendações para alimentação complementar da criança em aleitamento materno” e “Manual de Orientação - Departamento de Nutrologia”)
Ministério da Saúde (“Os dez passos para a alimentação saudável das crianças menores de 2 anos” “Dez Passos para uma Alimentação Saudável - Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos”)

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